O nova-iorquino Chris Clark vendeu por US$ 2,6 milhões (R$ 4,4 milhões), em um leilão, o domínio de internet pizza.com, que havia comprado em 1994 por US$ 20 (R$ 34,2), informou nesta sexta-feira (4) o jornal "New York Post".
Clark, que tem uma empresa de consultoria para páginas web, havia comprado esse domínio com a intenção de convencer uma pizzaria de tornar sua sócia, mas como não conseguiu o acordo, manteve o domínio.
O leilão recebeu um total de 24 ofertas, que fizeram com que o preço subisse dos US$ 100 iniciais para os US$ 2,6 milhões, segundo dados da Sedo, a plataforma virtual de compra e venda de nomes de domínio e páginas web na internet
Clark e sua família comemoraram da maneira que consideraram mais adequada para a ocasião: comendo pizza. Com o dinheiro obtido, o vendedor poderia comprar 1,3 milhões de pedaços de pizzas, a um preço de US$ 2,00 cada um.
A banda britânica Rolling stones e o site de vídeos YouTube se aliaram para lançar um canal de entretenimento na internet. De acordo com um comunicado da banda e do selo Universal, os fãs podem mandar perguntas sobre "Shine a Light", novo documentário sobre os roqueiros dirigido por Martin Scorsese, ou sobre "qualquer outra questão".
"Shine a Light" estréia no Brasil nesta sexta-feira (4).
"Ao visitar Living Legends, os internautas poderão mandar vídeos de si mesmos, com perguntas para Mick Jagger e/ou para Keith Richards", disse o comunicado. "As melhores perguntas vão ser respondidas e estes vídeos dos Rolling Stones estarão exclusivamente na página do YouTube por algumas semanas", completa.
Um curto videoclipe de Jagger e Richards promovendo o canal já está na página inicial do YouTube nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
O novo canal de música convidará outros artistas do mundo inteiro para se comunicar com seus fãs por meio do popular site de vídeos.
O anúncio vem logo depois de o MySpace, a maior rede de relacionamentos na Internet, criar um espaço de música em conjunto com grandes gravadoras, desafiando o iTunes, loja de música virtual da Apple. fonte
David Beckham cumpletou 100 partidas com a seleção do seu País, e como um pequeno presentinho de felicitação, lhe deram uma edição especial e personalizada de um iPod Gold de 32 Gb.
A mania por jogos on-line virou um problema social no país. Jovens têm até transtornos psicológicos de tanto jogar.
O esforço da Coréia do Sul para criar uma poderosa rede de banda larga pelo país permitiu que quase todos os coreanos tenham acesso à internet nos dias de hoje. Mas, ao mesmo tempo, acabou contribuindo para um grave problema social: o vício nos jogos on-line.
Com uma população de 49 milhões de pessoas, o país tem cerca de 17 milhões jogadores. Destes, ao menos 300 mil são considerados "viciados" pelo governo -número que pode chegar a até 500 mil, segundo levantamentos oficiais. Os casos considerados "muito graves" são cerca de 30 mil –é quando a pessoa deixa de trabalhar ou ir à escola para jogar e sofre de depressão e transtornos psicológicos.
ENQUANTO ISSO OS JAPONESES ACABAM DE LANÇAR UM COMPLEMENTO VITAMINICO PARA JOGADORES
Os japoneses começaram a comercializar um produto especial para jogadores compulsivos, dois modelos de suplementos vitaminico, projetados especialmente manter o a saúde que se gasta com horas e horas perante o VideoGame ou PC. Primeiramente, a uva-do-monte (com sabor à uva-do-monte) e da cor do lilaz, inclui tudo que um arsenal de vitaminas especialmente para os jogadores que gastam o dia jogando.
A outra, a chamada DHA e da cor verde, projetada para ajudar a quem passa muitas horas jogando e se esquece do mundo la fora, esquecendo dos amigos, e da convivencia social etc.
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O mercado já valoriza os profissionais que dominam essa ferramenta. Os conhecimentos sobre Django deram uma força importante para Allan Douglas de Oliveira, 23 anos, conseguir seu emprego atual na Poli Júnior, da Escola Politécnica da USP, em São Paulo. Marinho Brandão, 26 anos, de Goiânia, praticamente dobrou sua renda — que saltou de 1 850 para 3 500 reais em novembro — com os trabalhos extras de desenvolvimento que pôde fazer usando o Django.
Esses são só dois exemplos da diferença que o Django já começa a fazer na carreira profissional — e no bolso — dos desenvolvedores que adotaram essa ferramenta. "No mercado de trabalho o Django já vem dando um diferencial ao currículo", afirma Allan Oliveira. Na Poli Júnior, ele coordena uma equipe de oito desenvolvedores que ele mesmo treinou em Django. "É muito grande o interesse das empresas por profissionais que trabalham com Django", confirma Marinho Brandão. Ele conheceu a ferramenta em 2005 e até criou uma comunidade no Google, chamada Django Brasil — http://groups.google.com/group/django-brasil , que tem quase 250 membros. "A principal vantagem da ferramenta é a agilidade, que torna viáveis projetos que antes ficavam engavetados", diz. Brandão usa o Django nos trabalhos extras que faz para várias empresas —e que ajudam a engordar sua renda. Em 2008, ele planeja trocar o emprego fixo por um escritório próprio, dedicado a prestar serviços em Django.